Assuntos relacionados do dia a dia da comunidade brasileira no Japão


    A face oculta do Brasil e Japão

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    Neozen

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    A face oculta do Brasil e Japão

    Mensagem  Neozen em Qua Jul 08, 2009 2:24 am

    Comentário feito por Kumashiro.

    Naquela época o Japão era totalmente fechado ao mundo exterior e totalmente xenofóbico. Esse ódio aos estrangeiros foi passado de pai para filho. Ainda hoje ficamos sabendo de casos em que pais dizem para filhos não se misturarem com estrangeiros. É ridiculo que o Japão continue evitando a globalização. Eles tem que aceitar os estrangeiros como moradores e não como mão de obra turista. O Brasil acolheu os japoneses no século passado sem preconceito e discriminação. Já o Japão dificulta o máximo a entrada dos 'aliens'.

    Getúlio Vargas e o racismo brasileiro




    DECRETO-LEI N.º 406, DE 04.05.1938

    Dispõe sobre a entrada de estrangeiros no território nacional

    Da entrada de estrangeiros

    Art. 1.º - Não será permitida a entrada de estrangeiros, de um ou outro sexo:

    I - aleijados ou mutilados, inválidos, cegos, surdos-mudos;

    II - indigentes, vagabundos, ciganos e congêneres;

    Art. 2.º - O Governo Federal reserva-se o direito de limitar ou suspender, por motivos econômicos e sociais, a entrada de indivíduos de determinadas raças ou origens, ouvindo o Conselho de Imigração e Colonização.

    Rio de Janeiro, 4 de maio de 1938; 117.º da Independência e 50.º da República

    GETÚLIO VARGAS - Francisco Campos - A. de Souza Costa - Oswaldo Aranha - Eurico G. Dutra - Henrique Guilhem - João de Mendonça Lima - Fernando Costa - Gustavo Campanema - Valdemar Falcão

    DECRETO N.º 7967, DE 18.09.1945

    Art. 1.º - todo estrangeiro poderá entrar no Brasil, desde que satisfaça as condições estabelecidas por esta lei.

    Art. 2.º - Atender-se-á, na admissão dos imigrantes, à necessidade de preservar e desenvolver, na condição étnica da população, as características mais convenientes da sua ascendência européia, assim como a defesa do trabalhador nacional.


    Wikipédia - Imigração japonesa no Brasil

    Racismo praticado contra imigrantes japoneses no Brasil, citação racista em vermelho.

    Razões da imigração


    A imigração japonesa no Brasil começou no início do século XX, através de um acordo entre o governo japonês e o brasileiro.

    O Japão estava superpovoado no século XIX. Com as técnicas agrícolas da época, o Japão produzia apenas o alimento que consumia, sem formação de estoques para períodos difíceis. Qualquer quebra de safra agrícola causava fome generalizada.

    A mecanização da agricultura desempregou milhares de camponeses. Outros milhares de pequenos camponeses ficaram endividados ou perderam suas terras por não poder pagar os altos impostos, que, na era Meiji, passaram a ser cobrados em dinheiro, enquanto antes eram cobrados em espécie (parte da produção agrícola).

    Os camponeses sem terra foram para as principais cidades, que ficaram saturadas. As oportunidades de emprego tornaram-se cada vez mais raras, formando uma massa de trabalhadores miseráveis.

    A partir da década de 1880, o Japão incentivou a emigração de seus habitantes por meio de contratos com outros governos [5]. Antes do Brasil, já havia emigração de japoneses para os Estados Unidos (principalmente Havaí), Peru e México.

    Necessidade de imigração no Brasil


    Com a expansão das plantações de café, faltava mão-de-obra na zona rural paulista no final do século XIX e no início do século XX. A economia cafeeira foi o grande motor da economia brasileira desde a segunda metade do século XIX até a década de 1920.

    Além disto, a política de imigração brasileira era executada não só como um meio de colonizar e desenvolver o Brasil, mas também de “civilizar” e “branquear” o país com população européia. A imigração de japoneses e chineses foi praticamente proibida em 1890. Neste ano, o decreto nº 528 assinado pelo presidente Deodoro da Fonseca e pelo ministro da Agricultura Francisco Glicério determinava que a entrada de imigrantes da África e da Ásia seria permitida apenas com autorização do Congresso Nacional. O mesmo decreto não restringia, até incentivava, a imigração de europeus. Somente em 1892, foi aprovada a lei nº 97 que permitia a entrada de imigrantes chineses e japoneses no Brasil e, assim, o decreto nº 528 de 1890 perdeu seu efeito[6].

    O preconceito contra o recebimento de imigrantes japoneses, chineses e coreanos era muito forte. Todos asiáticos eram considerados raças inferiores que prejudicariam o “branqueamento” que ocorria no Brasil com o recebimento de imigrantes europeus. Havia também o medo do “perigo amarelo”, isto é, que as grandes populações de orientais se espalhassem étnica e culturalmente pelas Américas. Finalmente, havia o sentimento de que o imigrante japonês era um “quisto inassimilável” devido a seus costumes e religião[7].
    Apesar do preconceito, a necessidade de mão-de-obra era muito grande e a vinda de um navio com imigrantes japoneses começou a ser planejada para 1897.

    O encarregado de negócios da primeira missão diplomática brasileira no Japão, Manuel de Oliveira Lima, foi consultado e deu parecer contrário ao projeto de recebimento de imigrantes japoneses. Escreveu então ao Ministério das Relações Exteriores alertando sobre o perigo de o brasileiro se misturar com “raças inferiores[7].

    Em 1902, o governo da Itália proibiu a emigração subsidiada de italianos para o Brasil. As fazendas de café sentiram uma grande falta de trabalhadores com a diminuição da chegada de italianos e o governo brasileiro aceitou o recebimento de imigrantes japoneses.

    A pré-imigração


    A colônia durou cinco anos, fracassando por razões diversas. Além da total falta de investimentos, epidemias e saúvas, o principal problema foi que se tratava de um grupo heterogêneo de pessoas - advogado, professores, funcionários públicos - sem agricultores com experiência em cultivar a terra.

    Primórdios da imigração oficial


    O Kasato Maru é considerado pela historiografia oficial como o primeiro navio a aportar no Brasil com imigrantes japoneses.

    O recebimento não foi especialmente caloroso. Apenas um jornalista elogiou os imigrantes dizendo que eles eram “limpos”, coisa não muito comum entre os europeus naquela época. A revista carioca “O Malho” em sua edição de 5 de dezembro de 1908 publicou uma charge de imigrantes japoneses com a seguinte legenda: “O governo de São Paulo é teimoso. Após o insucesso da primeira imigração japonesa, contratou 3.000 amarelos. Teima pois em dotar o Brasil com uma raça diametralmente oposta à nossa"[7].

    O contrato previa que a estada dos imigrantes nas fazendas deveria ser de cinco anos, porém as más condições fizeram com que a maioria saísse das fazendas no mesmo ano[5]. Até 1915, chegaram no Brasil mais 3.434 famílias (14.983 pessoas) de imigrantes japoneses.

    Dificuldades dos primeiros tempos


    O enriquecimento rápido em terras brasileiras era um sonho impossível. Submetido a horas exaustivas de trabalho, o imigrante tinha um salário baixíssimo e o preço da passagem era descontado no salário. Ademais, tudo o que o imigrante consumia deveria ser comprado no armazém do fazendeiro. Em pouco tempo as dívidas se tornavam enormes.

    Outro fator que facilitou a permanência definitiva no Brasil foi que os contratos de imigração eram feitos com famílias. Japoneses solteiros não podiam imigrar sozinhos, como foi permitido com outras etnias. O padrão comum foi a imigração de famílias de japoneses com filhos pequenos ou de casais recém-casados.

    Também houve projetos de restrição de imigração de japoneses no Brasil. Em 22 de outubro de 1923, o deputado Fidélis Reis apresentou um projeto de lei de regulação da entrada de imigrantes com um artigo que dizia: É proibida a entrada de colonos da raça preta no Brasil e, quanto ao amarelo, será ela permitida, anualmente, em número correspondente a 5% dos indivíduos existentes no Brasil[10].

    O nacionalismo da Era Vargas


    A Assembléia Nacional Constituinte de 1933 foi local de discussões de “teses científicas” de eugenia racial que propunham a necessidade do “branqueamento” da população brasileira. O grande defensor destas idéias foi o médico Miguel Couto (eleito pelo Distrito Federal, hoje Rio de Janeiro) apoiado por outros deputados médicos como o sanitarista Artur Neiva da Bahia e Antônio Xavier de Oliveira do Ceará. Juntos, eles pediram o fim da imigração dos degenerados “aborígenes nipões"[7].


    Segundo o texto constitucional, o Brasil só poderia receber, por ano, no máximo 2% do total de ingressantes da cada nacionalidade que fora recebido nos últimos 50 anos[7]. Apenas os europeus foram excluídos dessa lei. Estas medidas não afetaram a imigração de europeus como italianos e espanhóis que já tinham ingressado em grande quantidade e cujo fluxo migratório era descendente. Entretanto, o regime de cotas, que irá vigorar até a década de 80, restringiu a imigração de japoneses, assim como, futuramente, a de coreanos e chineses.

    O decreto nº 383 de 18 de abril de 1938 determinou várias proibições aos estrangeiros: não poderiam participar de atividades políticas, formar qualquer tipo de associação, falar línguas estrangeiras em público ou usá-las como língua de alfabetização de crianças.

    A transmissão de programas de rádio em línguas estrangeiras foi proibida. As publicações impressas (jornais, revistas, livros) em língua estrangeira também foram proibidas, a não ser que fossem bilíngüe, japonês-português, por exemplo. Como a publicação bilíngüe era muito cara, jornais e revistas deixaram de circular.

    A partir de então, a entrada de imigrantes japoneses ficou cada vez mais difícil. O ministro da Justiça Francisco Campos, em 1941, defendeu a proibição do ingresso de 400 imigrantes japoneses em São Paulo escrevendo: “seu padrão de vida desprezível representa uma concorrência brutal com o trabalhador do país; fazem deles um enorme quisto étnico e cultural localizado na mais rica das regiões do Brasil"[4].

    Segunda Guerra Mundial


    Antes mesmo de entrar em guerra, o governo brasileiro tomou medidas que afetavam a comunidade nipo-brasileira.

    Na noite de 2 de fevereiro de 1942, agentes policiais do DEOPS - Departamento Estadual de Ordem Pública e Social, acordaram os nipo-brasileiros residentes nas ruas Conde de Sarzedas e da rua dos Estudantes e, sem qualquer ordem judicial, avisaram que eles teriam que abandonar a área em 12 horas. Sem ter para onde ir, a maioria ficou. Entretanto, o mesmo se repetiu na noite de 6 de setembro, quando se deu um prazo de dez dias para os nipo-brasileiros se mudarem definitivamente da região[7].

    Os bens das empresas japonesas foram confiscados[7] e várias empresas de nipo-brasileiros sofreram intervenções, entre as quais o recém-fundado Banco América do Sul)[11].

    Os nipo-brasileiros foram proibidos de dirigir veículos automotores, mesmo se fossem táxis, ônibus ou caminhões de sua propriedade. Os motoristas contratados pelos nipo-brasileiros tinham que ter uma autorização da polícia[7].

    Os imigrantes e descendentes de italianos e alemães sofreram diversas formas de discriminação oficial ou não durante a Segunda Guerra Mundial,porém o sentimento foi mais forte contra os nipo-brasileiros.

    Milhares de imigrantes japoneses foram presos ou expulsos do Brasil por suspeitas de espionagem[5]. A delação anônima de atividades “contra a segurança nacional” surgia de desavenças entre vizinhos, cobrança de dívidas e até brigas de crianças[7]. Nipo-brasileiros foram presos por atividades suspeitas quando se reuniam em piqueniques e encontros artísticos.

    No dia 10 de julho de 1943, cerca de 10 mil imigrantes japoneses que residiam em Santos foram obrigados, em 24 horas, a fechar suas casas e negócios e a se mudar para longe do litoral brasileiro. A polícia agiu sem qualquer aviso prévio. Cerca de 90% das pessoas deslocadas eram nipo-brasileiros[7]. Restaram em Santos apenas nipo-brasileiros com cidadania brasileira, porém muitos também tiveram que se mudar para acompanhar seus pais ou cônjuges[12].

    Nunca foi confirmada qualquer suspeita de atividades de nipo-brasileiros contra a “segurança nacional”. Apesar disto, em 1942, a colônia japonesa que introduziu o cultivo da pimenta em Tomé-Açu, no Pará, foi praticamente transformada em um “campo de concentração” do qual nenhum nipo-brasileiro poderia sair[7].

    Nesta época, o embaixador brasileiro em Washington, Carlos Martins Pereira e Sousa, incentivava o governo do Brasil a transferir todos os nipo-brasileiros para “campos de internamento” sem necessidade de apoio jurídico.


    A irreverência popular foi incentivada com marchinhas de Carnaval que ironizavam o imperador Hiroito e a “terra do micado"[7]

    Notícias degradantes sobre os japoneses foram comuns na imprensa brasileira. Em 1945, David Nasser e Jean Manzon, a dupla de jornalista-fotógrafo mais famosa do país, publicaram em “O Cruzeiro”, a revista de maior tiragem da época, uma matéria ilustrada na qual pretendiam ensinar aos brasileiros a distinguir um japonês de um chinês. David Nasser escreveu, entre outras coisas, que o japonês podia ser distinguido pelo “aspecto repulsivo, míope, insignificante"[7].


    Última edição por Neo em Sab Jul 18, 2009 9:02 am, editado 9 vez(es)
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    Neozen

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    Re: A face oculta do Brasil e Japão

    Mensagem  Neozen em Qua Jul 08, 2009 2:24 am

    Pós-guerra


    O forte antiniponismo continuou no Brasil além do final da Segunda Guerra Mundial.

    Os políticos brasileiros continuaram a valorizar o imigrante europeu como o mais desejado. O decreto-lei nº 7.967 de 1945 regulava a política imigratória e dizia que o ingresso de imigrantes dar-se-ia considerando a necessidade de preservar e desenvolver, na composição étnica da população, as características mais convenientes da sua ascendência européia[10].

    Além de preferir o imigrante europeu, alguns políticos brasileiros propuseram medidas extremamente antinipônicas. Durante a Assembléia Nacional Constituinte de 1946, foi colocada em votação a emenda no 3165 proposta pelo deputado carioca Miguel Couto Filho (filho do deputado constituinte de 1934) que dizia apenas: “É proibida a entrada no país de imigrantes japoneses de qualquer idade e de qualquer procedência”.Frequentemente, o deputado Miguel Couto Filho discursava na tribuna da assembléia constituinte defendendo seu projeto de emenda constitucional citando um livro que tinha escrito, cujo título era: “Para o futuro da pátria – Evitemos a niponização do Brasil"[13].

    No ambiente urbano, os japoneses começaram a trabalhar principalmente em setores relacionados com a agricultura como feirantes ou donos de pequenos armazéns de frutas, legumes ou peixes. Os mais jovens se dedicaram aos estudos e formaram-se em grande quantidade nas Universidades, especialmente nas áreas biológicas e de exatas.

    Inversão do fluxo migratório


    A partir do fim dos anos 80, ocorreu uma inversão do fluxo migratório entre o Brasil e Japão. Os nipo-descendentes e seus cônjuges, com ou sem ascendência japonesa, e seus filhos mestiços ou não, passaram a emigrar para o Japão à procura de melhores oportunidades de trabalho. Estes emigrantes brasileiros são conhecidos como dekasseguis.





    Última edição por Neo em Qua Jul 08, 2009 6:56 am, editado 1 vez(es)
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    kumashiro

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    Re: A face oculta do Brasil e Japão

    Mensagem  kumashiro em Qua Jul 08, 2009 11:00 am

    Ué, aqui no Japão não permitem entrada de yonseis e Brasileiros sem vinculo nenhum com o Japão. Já o Brasil permitia sim a entrada de japoneses sem vínculo étnico nenhum com o Brasil.
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    kumashiro

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    Re: A face oculta do Brasil e Japão

    Mensagem  kumashiro em Qua Jul 08, 2009 11:02 am

    E também não dá pra comparar aquela época. O Brasil era governado por uma ditadura!

    Nos dias de hoje o Brasil é muito mais flexível em relação a estrangeiros. E o Japão o oposto. Se os idiotas japoneses se incomodam com os brasileiros descendentes, então porque deixaram os japoneses irem pro Brasil no século passado?
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    Mishima
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    Re: A face oculta do Brasil e Japão

    Mensagem  Mishima em Qua Jul 08, 2009 11:06 am

    O forte antiniponismo continuou no Brasil além do final da Segunda Guerra Mundial.


    Durante a segunda guerra os paises alinhados com os USA reprimiram não so japoneses como alemães e italianos ( Entenda-se ai nazismo e facismo ) já que o Japão era simpatizante do regime nazista e facista, Até aí o Brasil se alinhou do lado dos mocinhos. Hoje seria comos e o Japão estivesse do lado da Coreia do Norte, do Irã .... Alguem aprova esses regimes hj...?

    Caso vc não saiba durante a guerra os USA confinaram os japoneses em campos de concentração. Até nisso o Brasil foi mais soft.
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    C$S

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    Re: A face oculta do Brasil e Japão

    Mensagem  C$S em Sex Jul 10, 2009 3:24 pm

    se for pra condenar o que o BR fez com japas no começo do século , entao vamos condenar o que o JP fez com o mundo na segunda guerra ??

    nao estou falando que foi certo , mas é tudo coisa do passado , hj as leis sao outras , globalizaçao e talz...

    mas além disso tiro como exemplo minha propria familia : foram ao BR antes da segunda guerra sem falar nada de portugues , mas meus tios estudaram lá , se formaram
    lá e conseguiram ótimos empregos em diversas áreas como qq brasileiro legítimo
    e aqui , hj em dia com a gente ?? Twisted Evil
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    Neozen

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    Re: A face oculta do Brasil e Japão

    Mensagem  Neozen em Sex Jul 10, 2009 10:58 pm

    Ué, aqui no Japão não permitem entrada de yonseis e Brasileiros sem vinculo nenhum com o Japão. Já o Brasil permitia sim a entrada de japoneses sem vínculo étnico nenhum com o Brasil.

    O Brasil na época da imigração era um país gigante e despovoado e apesar disso fez o possível para impedir a entrada de imigrantes japoneses.

    Durante a segunda guerra os paises alinhados com os USA reprimiram não so japoneses como alemães e italianos ( Entenda-se ai nazismo e facismo ) já que o Japão era simpatizante do regime nazista e facista, Até aí o Brasil se alinhou do lado dos mocinhos. Hoje seria comos e o Japão estivesse do lado da Coreia do Norte, do Irã .... Alguem aprova esses regimes hj...?

    Eu não aprovo esses regimes, mas isso não justifica o seqüestro, aprisionamento e tortura dos imigrantes islâmicos ou norte-coreanos. A prisão de Guantânamo é um belo exemplo da hipocrisia norte-americana.

    Caso vc não saiba durante a guerra os USA confinaram os japoneses em campos de concentração. Até nisso o Brasil foi mais soft.

    Poucas pessoas sabem que o Brasil também tinha campos de confinamento.

    Campos de concentração no Brasil


    O Brasil manteve campos de concentração durante a Segunda Guerra Mundial (1939-45), revelam documentos oficiais que estavam lacrados pelo governo.

    Havia os Campos de concentração de Daltro Filho (RS), Trindade (SC), Presídio de Curitiba (PR), Guaratinguetá (SP), Pindamonhangaba (SP), Bauru (SP), Pirassununga (SP), Ribeirão Preto (SP), Pouso Alegre (MG), Niterói (RJ), Chã Estevam (PE) e Tomé-Açu (PA) entre outros. Os dois campos catarinenses ficava em Florianopolis onde hoje funciona prefeitura da UFSC, na Trindade: o de Joinville ocupava área do atual cemitério municipal. Eles faziam parte de uma estrutura montada pelo governo Getúlio Vargas em oito Estados para deter, interrogar e até torturar alemães, italianos, japoneses e seus descendentes sob a justificativa de que poderiam ser espiões ou invasores infiltrados.

    Não há registros oficial de mortes nestas áreas de confinamento, mas documentos evidenciam prisões ilegais, trabalhos forçados e prática de tortura.

    Os campos de concentração no Ceará


    No início do século 20 (1915 e 1932) no Ceará, os poderes públicos estadual e federal criaram campos de concentração para evitar que flagelados famintos fugindo do sertão semi-árido chegassem a Fortaleza.

    Detalhes chocantes no link

    http://historia.abril.com.br/cotidiano/ceara-campos-seca-434018.shtml

    Campos dos Estados Unidos


    Nos Estados Unidos, também durante a Segunda Guerra Mundial, campos de concentração alojaram cerca de 120.000 pessoas, a maioria delas de etnia japonesa, embora de cidadania estadounidense.

    As pessoas foram retiradas à força de suas casas, quase sempre situadas na costa oeste, e enviadas para instalações de segurança máxima. Os campos eram cercados com arame farpado e vigiados por guardas armados. Aqueles que tentavam fugir eram abatidos.

    Posteriormente, em 1951, o governo dos EUA ofereceu compensações financeiras às vítimas mas só em 1988 houve uma retratação pública e o governo norte-americano admitiu que a concentração de prisioneiros deveu-se a “preconceitos raciais, à histeria bélica e à deficiência da liderança política”.

    ---

    Quem pode garantir que não houve maiores abusos ou mortes nesses campos? Afinal, os aliados venceram a guerra e fizeram de tudo para ocultar e distorcer os fatos.

    C$S

    mas além disso tiro como exemplo minha propria familia : foram ao BR antes da segunda guerra sem falar nada de portugues , mas meus tios estudaram lá , se formaram
    lá e conseguiram ótimos empregos em diversas áreas como qq brasileiro legítimo
    e aqui , hj em dia com a gente ??

    Os imigrantes japoneses eram pobres e analfabetos e foram perseguidos durante e apos a guerra, por causa dos esforços contínuos, trabalho duro e humildade conquistaram sucesso de suas vidas no Brasil. Outro fator importante para o sucesso foi a herança cultural que eles tinham.

    se for pra condenar o que o BR fez com japas no começo do século , entao vamos condenar o que o JP fez com o mundo na segunda guerra ??

    Poucas pessoas sabem que os crimes de guerra supostamente praticado pelos soldados japoneses foi uma farsa fabricado pelos aliados.

    A verdade no link

    http://www.sdh-fact.com/CL02_1/result.php?word=ZW

    https://www.youtube.com/watch?v=gai8tF4XgtE&feature=related


    Última edição por Neo em Sab Jul 11, 2009 1:00 am, editado 2 vez(es)
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    Mishima
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    Re: A face oculta do Brasil e Japão

    Mensagem  Mishima em Dom Jul 12, 2009 6:23 pm

    Os japoneses não eram santos!

    Aprontaram muito eram piores que os nazistas, A diferença é que o USA jogou 2 bombas atomicas no pais, a partir desse dia eles passaram a se fazer de vitimas ...Exitem centenas de provas sobre isso.

    Tb não puniram criminosos de guerra nem pagaram indinizações as vitimas.

    Tentam até fazer uma revolução no Brasil... seia como os Brasileiros tentar declarar uma parte do Japão territorio idependente.

















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    C$S

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    Re: A face oculta do Brasil e Japão

    Mensagem  C$S em Dom Jul 12, 2009 11:12 pm

    Neo escreveu:
    ....Poucas pessoas sabem que os crimes de guerra supostamente praticado pelos soldados japoneses foi uma farsa fabricado pelos aliados....

    nussa ... a culpa é toda do ocidente né.. tadinhos dos japas , eram tao bonzinhos .. Suspect

    o JP invadiu,matou,conquistou,estrupou mulheres,queimou,destruiu,etc em varios paises , tendo conflitos com russia , coreia , filipinas , malasia, cingapura , borneo, sumatra, birmania e outros..

    tu realmente tem certeza que nao cometeram crimes de guerra nesses conflitos todos ?? eu acho mto pouquissimo provavel...

    do mesmo jeito que os aliados qdo invadiram alemanha e talz .. nao tem essa , sempre se comete crimes de guerra . nem que for matando um civil que está querendo se entregar com uma bandeira branca na mao...
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    NIEROZUMIEN

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    Re: A face oculta do Brasil e Japão

    Mensagem  NIEROZUMIEN em Seg Jul 13, 2009 12:19 am







    Não podendo esquecer que o Japão é o maior cliente da China no comercio de orgãos de prisioneiros executas com pena de morte.
    Japoneses seguem em seus aviões particulares e esperam dentro do avião e por muitas vezes o prisoneiro é executado ali, na frente deles,
    retiram os orgãos e voltam p/ fazer os transplantes ditos avanços da ciência.
    MONSTRUOSO.
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    Mishima
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    Re: A face oculta do Brasil e Japão

    Mensagem  Mishima em Seg Jul 13, 2009 1:08 am

    NIEROZUMIEN escreveu:





    Não podendo esquecer que o Japão é o maior cliente da China no comercio de orgãos de prisioneiros executas com pena de morte.
    Japoneses seguem em seus aviões particulares e esperam dentro do avião e por muitas vezes o prisoneiro é executado ali, na frente deles,
    retiram os orgãos e voltam p/ fazer os transplantes ditos avanços da ciência.
    MONSTRUOSO.

    Não sei como não dá alergia ! Eles odeiam os chineses!

    Pior que o Japão nem transplantes sabe fazer....
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    Neozen

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    As farsas da segunda guerra mundial

    Mensagem  Neozen em Sab Jul 18, 2009 4:39 am

    Diretor de cinema Frank Capra produziu a farsa do massacre japones






    Frank Capra
    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


    Francesco Rosario Capra, mais conhecido como Frank Capra (Bisacquino, 18 de maio de 1897 — La Quinta, 3 de setembro de 1991) foi um cineasta estadunidense nascido na Sicília. Frank Capra foi um dos maiores diretores de cinema em sua epoca.

    Pois é, o video acima denuncia o massacre fabricado pelo diretor de cinema Frank Capra. Já foi provado inumeras vezes que a maioria das atrocidades de guerra praticado pelos soldados japoneses eram farsas produzido no estudio.

    Vitima sul-coreana


    Suposta vitima Sul-coreana poupa $ suficiente para comprar cinco mansões em Tóquio com dinheiro de indenização de guerra concedido pelo Japão, ao passo que as vitimas de Hiroshima e Nagasaki nunca receberam sequer um centavo.


    Os soldados japoneses não cometeram nenhum crime de guerra?


    Um assunto que estudei com bastante profundidade foi revisionismo de 2 guerra mundial, percebi que a historia oficial divulgados pelos aliados eram muito incoerentes e cheguei a conclusão que o revisionismo era o que mais se aproximava dos fatos. As tropas japonesas cometeram alguns crimes de guerra. Os crimes de guerra praticado pelos soldados japoneses foi, experimento científico com prisioneiros de guerra chineses e americanos e o seqüestro de cidadoes coreanos para o trabalho forçado em minas de carvões no Japão.


    Última edição por Neo em Sab Jul 18, 2009 12:59 pm, editado 5 vez(es)
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    Neozen

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    Re: A face oculta do Brasil e Japão

    Mensagem  Neozen em Sab Jul 18, 2009 4:59 am





    Revisionismo do Massacre de Nanquim
    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


    O Revisionismo do Massacre de Nanquim é uma teoria revisionista defendida por alguns escritores e historiadores e alega que o Massacre de Nanquim não aconteceu. O Massacre de Nanquim, também conhecido como Estupro de Nanquim foi considerado o maior atrocidade e genocídio supostamente cometido pelas tropas japonesas na China.

    Fotografias como evidências do Massacre de Nanquim


    Foram feitos os primeiros estudos detalhados das 143 fotografias oferecidas como evidências do “Massacre de Nanquim.” Após verificar aproximadamente 30.000 fotografias (antes e depois da captação japonesa de Nanquim), foi descoberto que cada uma das fotografias do massacre publicadas em 1937-8 são falsificações. Todas as fotografias foram consideradas pelos participantes destes estudos como montagens, encenados, ou substituídos por falsas, e nenhuma delas, segundo eles, seria prova de um massacre de civis em Nanquim.[1]

    Provas do Massacre de Nanquim


    As fundações do Massacre de Nanquim foi editado por Harold Timperly, Mas Timperly era, de fato, um conselheiro do Ministério da informação do governo nacionalista da China.[12]

    São percebidos também como prova do Massacre de Nanquim os artigos das notícias de Chicago Daily News e do New York Times. Entretanto, o reverendo Miner Searle Bates, famoso missionário cristão que ensinava na universidade de Nanquim, e também um conselheiro do Ministério da Informação da China,[13] seria a fonte dos relatórios das noticias.

    Negação do Massacre de Nanquim


    Os japoneses foram acusados de abater grandes números de civis e prisioneiros de guerra durante um período de varias semanas, começando com queda de Nanquim, em 13 de dezembro de 1937, período referido como Massacre de Nanquim. O conhecimento convencional deste tópico foi caracterizado por revisão do livro da escritora chinesa-americana Iris Chang que foi divulgado em Washington Post. George Will escreveu em Washington Post, soldados japoneses assassinaram dezenas de milhares de soldados chineses rendidos, e com certeza mais de 300,000 civis não-combatentes.

    Segundo os revisionistas, os 13 fatos fundamentais enunciados abaixo descrevem a situação em Nanquim, quando a cidade foi ocupada pelos militares japoneses em 1937.

    1. A maioria das cidades do continente eurasiático eram fortificados com paredes, daí a palavra alemã Burg, que significa "cidade fortificada". Até o século 20, as cidades chinesas eram fortificadas para fins defensivos, igualmente foi a antiga Atenas, Roma, Bagdá, Constantinopla, Moscou e Hamburgo etc. A cidade chinesa de Nanquim era cercado por imensas paredes. Quando a cidade foi capturada, os portões estavam sob rigoroso controle militar. As tropas japonesas não permitiram que cidadãos comuns tivessem o livre acesso aos portões até dois meses depois da invasão. No entanto, 20 dias antes e durante a queda de Nanquim, a população da cidade estava em 200.000, de acordo com europeus e americanos que estavam lá no momento. Oito dias após a queda, na véspera de Natal, ainda restavam 200,000 pessoas na cidade. Ninguém indicou uma vasta diminuição da população devido a suposta matança ocorrido. Confrontado estes fatos, como pode qualquer um reivindicar que 300.000 civis chineses foram assassinados em Nanquim?[2]

    2. Antes da captura da cidade de Nanquim, as tropas chinesas despojaram-se dos seus uniformes e misturam-se com a população civil. Ao praticar estes atos, eles se tornaram em combatentes ilegais não protegidos pelos regulamentos de leis e costumes de guerra na terra anexada à Convenções da Haia (1899 e 1907). Nem um militar chinês dentro dos muros da cidade de Nanquim se rendeu aos japoneses. Assim, durante os 11 anos, entre 13 de dezembro de 1937, dia que Nanquim caiu, até dezembro de 1948, quando Julgamento de Tóquio terminou, ninguém acusou as tropas japonesas de terem assassinado os prisioneiros de guerra em violação da regulamentação de Haia. Confrontado estes fatos, como pode alguém afirmar que os japoneses assassinaram os prisioneiros de guerra?[3]

    3. Os japoneses são acusados de terem assassinado 7.000 pessoas por dia, ou seja, 300.000 pessoas em um período de seis semanas. Mas de acordo com Daily Reports of Serious Injuries to Civilians (Relatórios diários de ferimentos graves a civis), a única execução testemunhado por europeus e americanos em Nanquim foi uma Execução Legal, plenamente autorizados por tratados internacionais sobre leis e crimes de guerra de Haia. Os conteúdos destes relatórios (emitidos em uma base diária e submetidos a embaixada do Japão em Nanquim) são confirmados pelos dados recolhidos a partir de testemunhas europeus, americanos e chineses residentes em Nanquim, e a partir dos registros militares japoneses (dos quais os dados foram computados e analisados). Como explicam um massacre de 300.000 pessoas sem testemunhas?[4]

    4. Um dos alicerces sobre os quais o mito do massacre é baseado é What War Means, livro editado por Harold Timperley. Neste livro Timperley escreveu, relatórios intitulado "following selection of cases" (a seleção dos seguintes casos) a história completa dos dois meses de ocupação do Exército japonês em Nanquim. Estes relatórios foram anexados ao livro, no entanto, não continha absolutamente nenhuma testemunha de assassinatos ilegais (não autorizados por tratados de Haia). O livro, não obstante, também inclui uma seção (escrita sob nomes fictícios), que se refere a freqüentes homicídios atribuindo aos japoneses. Como explicar esta incoerência?[5]

    5. Reverendo Miner Searle Bates e George Fitch (ambos os nomes são pseudônimos) apresentaram o material no livro What War Means. As intenções ostensivas deste livro, editado por Timperley, foi para impressionar os leitores sobre os horrores da guerra. As fundações do Massacre de Nanquim foi editado por Harold Timperly, Mas Timperly era, de fato, um conselheiro do Ministério da informação do governo nacionalista da China. São percebidos também como prova do“Massacre de Nanquim” referente aos relatórios de "assassinatos freqüentes" cometido por japoneses durante os três dias após a queda de Nanquim, os artigos das notícias de Chicago Daily News e New York Times. Entretanto, Reverendo Miner Searle Bates era a fonte destes relatórios dessas noticias. O Reverendo Miner Searle Bates, era um famoso missionário Cristão que ensinava na universidade de Nanquim, era também um conselheiro do Ministério da Informação da China. E o Sr. Fitch era um amigo próximo de Chiang Kai-shek. Tornou-se claro também que o livro What War Means é um meio de propaganda de guerra compilado e publicado pela Divisão de Contra-Inteligência do Ministério da Informação da China. Timperley foi pago pelo Ministério da Informação da China para edição do livro. Desta forma, o livro What War Means, percebido como a prova absoluta do "Massacre de Nanquim" não foi escrita a partir de uma perspectiva imparcial. Pelo contrário, ele pode ser visto apenas como propaganda de guerra.[6]

    7. Os conteúdos importantes do livro de propaganda de guerra What War Means não podem ser ignorados.

    Rev. Bates inseriu uma linguagem no sentido que 12.000 civis e 30.000 soldados tinham sido mortos em Nanquim no capítulo 3 de What War Means. O Ministério da Informação deveria estar satisfeito em disseminar as noticias do massacre com cerca de 40.000 vítimas. No entanto, as alegações do Rev. Bates foi recusado e suprimido, não só a partir da edição chinesa de What War Means (publicado em simultâneo com a versão em inglês), mas também outros quatro livros publicados no mesmo tempo. O que significa a recusa e a supressão do Ministério da Informação em dar créditos a Bates que afirma que 40.000 chineses foram massacrados?[7]

    8. Um documento secreto emitido pelo Ministério da Informação chinês em 1941 intitulado "Outline of the Operations of the International Information Department, Ministry of Information" nunca mencionou sequer um massacre. Isto indica que o Ministério da Informação chinês não tinha conhecimento do " Massacre em Nanquim?"[8]

    9. De acordo com os referidos documentos secretos, o Departamento de Informação Internacional chinês patrocinou 300 conferencias de imprensa para jornalistas estrangeiros entre 1 de dezembro de 1937 a 24 de outubro de 1938. Durante esse período, varias conferencias urgentes para imprensa foram chamados sempre que as noticias importantes ocorreram (mesmo na calada da noite, de acordo com relatórios), e as noticias foram transmitidas para o mundo inteiro. Mas nunca nenhuma conferência de imprensa foi chamado para anunciar um massacre em Nanquim. Porque não? Isto indica que o Ministério da Informação chinês não acreditou que tinha acontecido um massacre em Nanquim?[9]

    10. Em 9 de julho de 1938, sete meses depois da queda de Nanquim, o Ministério da Informação chinês divulgou no Fórum da China, questões intitulado: "Um Ano de Guerra Sino-Japonesa: Revisão para grupos de estudo." Uma das perguntas era Qual foi a atitude da China após a queda de Nanquim? A resposta (destinado a servir de modelo), foi General Chiang Kai-shek dito em 16 de dezembro de 1937: Não importa a forma como a situação atual pode mudar, não devemos nos render mas marchar adiante. O Ministério da informação nunca fez uma alusão ao massacre. Nem Mao Zedong, que criticou a estratégia militar japonesa em uma famosa palestra, afirmando que as tropas japonesas cometeram um erro estratégico em não ter aniquilado os soldados inimigos em Nanquim. Não era Mao demasiado incoerente em argumento ao massacre?[10]

    11. Como já demonstrado em Nankin jiken "Shoko shashin" wo kensho suru [Analisando "as provas fotográficas" do Massacre de Nanquim] as fotografias das atrocidades militares japonesas que circulam o mundo, são falsificações cuja as origens podem ser traçadas em livros de propaganda de guerra. Todas as fotografias são montagens, encenações, ou falsamente legendadas. Nenhum destas fotografias prova um massacre em Nanquim.[11]

    Referências


    Society for the Dissemination of Historical Fact Analyzing The 'Photographic Evidence' of The Nanking Massacre.


    Última edição por Neo em Sab Jul 18, 2009 9:09 am, editado 1 vez(es)
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    Neozen

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    Hipocrisia

    Mensagem  Neozen em Sab Jul 18, 2009 5:05 am

    Hipocrisia sionista ocidental

    Por que os crimes de guerra praticado pelos europeus e ianques são ignorados, ofuscados e esquecidos pelos historiadores, ao passo que os crimes cometidos pelos asiáticos, principalmente pelos japoneses são divulgados exaustivamente? Racismo, preconceito ou interesses políticos nefastos?
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    Neozen

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    Re: A face oculta do Brasil e Japão

    Mensagem  Neozen em Sab Jul 18, 2009 9:58 am

    As Bombas Atômicas que atingiram Hiroshima e Nagasaki mataram mais de 250.000 pessoas, e se tornou o maior massacre de civis da história moderna. Os nomes de Hiroshima e Nagasaki ficaram em nossas mentes, aqui estão algumas fotos que acompanham elas. Todos os dias, as imagens são uma mistura da devastação das terras e prédios. Imagens chocantes das ruínas, mas quanto as vítimas ?

    As forças de ocupação Americana censurou as fotos das cidades bombardiadas. As fotos foram classificadas como secretas por muitos anos. Algumas imagens foram publicadas depois por diferentes meios, mas não sempre vistas juntas. Esse é o horror que eles não queriam que nós vissemos, e que não NUNCA devemos esquecer.



    Todos os relógios encontrados estavam parados às 8:15 am, a hora da explosão. Dentro de uma certa distância do centro da explosão, o calor foi tão intenso que praticamente tudo foi vaporizado.





    Em 6 de Agosto de 1945 às 8:15am, uma bomba atômica carregada de Urânio explodiu 580 metros acima da cidade de Hiroshima com um grande Flash brilhante, criando um gigante bola de fogo, a temperatura no centro da explosão chegou aos 4,000ºC. Mandando raios de calor e radiação para todas as direções, soltando uma grande onda de choque, vaporizando em milisegundos milhares de pessoas e animais, fundindo prédios e carros, reduzindo uma cidade de 400 anos à pó.





    Adultos e crianças foram incinerados instantaneamente ou paralisados em suas rotinas diárias, os seus organismos internos entraram em ebulição e seus ossos carbonizados.



    No centro da explosão, as temperaturas foram tão quentes que derreteram concreto e aço. Dentro de segundos, 75,000 pessoas foram mortas ou fatalmente feridas.



    As mortes causadas pela radiação ainda aconteceram em grandes números nos dias seguintes. “Sem aparente motivo as suas saúdes começaram a falhar. Eles perderam apetite. Seus cabelos cairam. Marcas estranhas apareceram em seus corpos. E eles começaram a ter sangramentos pelas orelhas, nariz e boca”.



    Médicos “deram aos seus pacientes injeções de Vitamina A. Os resultados foram horríveis. E buracos começaram a surgir em seus corpos causado pela injeção da agulha. Em todos os casos as vítimas morreram”.









    A foto acima mostra o olho de uma vítima que olhou a explosão. O olho ficou opaco próximo à pupila.







    Hibakusha é o termo usado no Japão para se referir as vítimas das bombas atômicas que atingiram Hiroshima e Nagasaki. A tradução aproximada é “Pessoa afetada por explosão”.



    Em 10 de Agosto de 1945, o dia depois dos ataques à Nagasaki, Yosuke Yamahata, começou a fotografar a devastação. A cidade estava morta. Ele caminhou através da escuridão das ruinas e corpos mortos por horas. Mais tarde, ele fez as suas últimas fotos próximas a estação médica, ao norte da cidade. Em um único dia, ele completou o único registro fotografico logo após às bombas atômicas de Hiroshima e Nagasaki.









    Mr. Yamahata foi diagnosticado com câncer em estágio terminal, causado pelos efeitos da radiação recebida em Nagasaki em 1945. Ele morreu no dia 18 de Abril de 1966, e ele foi enterrado no Tama Cemetery em Tóquio.



    Soldados americanos após o bombardeamento de Hiroshima.Sem arrependimentos.


    Última edição por Neo em Ter Jul 21, 2009 3:49 am, editado 2 vez(es)
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    C$S

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    Re: A face oculta do Brasil e Japão

    Mensagem  C$S em Sab Jul 18, 2009 10:26 am

    Neo escreveu:Hipocrisia sionista ocidental

    Por que os crimes de guerra praticado pelos europeus e ianques são ignorados, ofuscados e esquecidos pelos historiadores, ao passo que os crimes cometidos pelos asiáticos, principalmente pelos japoneses são divulgados exaustivamente? Racismo, preconceito ou interesses políticos nefastos?
    tudo isso e mto mais ,, nao tem um fazedor de guerras santinho...
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    Re: A face oculta do Brasil e Japão

    Mensagem  Mishima em Sab Jul 18, 2009 10:29 am

    Quem começou essa guerra...?

    Foi os USA ...?

    Os japoneses eram aliados dos Nazistas e Facistas correto!

    Ao contrario da Alemanha que se retratou pelo horror e sofrimento que causou, pediu desculpas ( foi humilde como o MM gosta ) pagou indenizações e até hoje persegue e prende os criminosos de guerra.

    O Japão ao contrario, se fez de vitima aproveitando que jogaram 2 bombas no pais, não se retratou com ninguem, não pediu desculpas a ninguem, não pagou indenizações a ninguem, não puniu seus criminosos de guerra, e ate hj varios politicos importante prestão homenagens a criminosos de guerra... Não adianta nada mostar essas fotos e não dizer o pq se chegou a esse ponto. Pior que isso alguns politicos reconhecimante racistas ainda tem a cara de pau de dizer que isso é mentira.
    Pq todos os paises da Asia odeiam o Japão... Eu podeira dar uma aula de historia aqui e mostrar tudo o que esse pais já fez... coisa que nem as proprias escolas do Japão fazem...
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    Neozen

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    A Farsa de Pearl Harbor e 11 de Setembro

    Mensagem  Neozen em Sab Jul 18, 2009 11:16 am

    Tem vários vídeos no youtube denunciando inside job (trabalho interno) em atentado de 11 setembro 2001. Durante a 2 guerra mundial tudo indica com clareza que o presidente Roosevelt sabia com antecedência os planos japoneses de atacar Pearl Harbor, ou pior, sera que Roosevelt forjou um falso ataque japones em Pearl Harbor utilizando aeronaves modificados para aparentar ser um ataque japones?

    Pearl Harbor - até que ponto Roosevelt sabia?


    Pearl Harbor foi sempre retratado como um ataque surpresa de uma nação insuspeita. E isso era em grande medida verdade. A atenção do povo americano estava centrada na guerra na Europa, receoso de ser arrastado para ela. Nessa altura já Roosevelt apoiava a Grã-Bretanha contra Hitler fornecendo ao Reino Unido armas sob o acordo (Lend-Lease Act) de Março de 1941. Os carregamentos americanos por barco estavam em perigo devido aos ataques dos submarinos alemães. Poucos americanos estavam preocupados com a guerra Sino-Japonesa que já lavrava desde 1937.

    Agora se a administração Americana ficou surpreendida pelo ataque a Pearl Harbor, isso já é um assunto completamente diferente. Existem fortes indícios de que o governo americano sabia dos planos japoneses, ou deveria saber. Existiam claras indicações nesse sentido.

    Os serviços de espionagem norte americanos já tinham decifrado todos os códigos japoneses. A 24 de Setembro de 1941, uma mensagem do quartel general dos serviços secretos em Tóquio para o cônsul geral japonês em Honolulu foi decifrada. Solicitava a localização exacta de todos os navios americanos em Pearl Harbor. Uma informação tão detalhada só poderia ser pedida se os japoneses estivessem a planear um ataque aos navios no local onde estavam fundeados. Em Novembro, outra mensagem foi interceptada ordenando mais exercícios simulando ataques a importantes navios ancorados como preparação para “um ataque de surpresa e a completa destruição do inimigo americano”. A única esquadra americana que estava ao alcance era a de Pearl Harbor.

    A 25 de Novembro, uma mensagem via rádio do almirante Yamamoto dando indicações a uma força japonesa para atacar a esquadra americana no Havai foi interceptada. No entanto, nesse mesmo dia, o secretário da defesa norte americano, Henry Stimson, escreveu no seu diário:

    “Franklin D. Roosevelt afirmou que é muito provável que sejamos atacados já na próxima segunda-feira. Roosevelt interrogou-se: “a questão está na forma de os manobrar de forma a que sejam eles a dar o primeiro tiro sem que isso constitua um perigo demasiado para nós. Não obstante o risco envolvido, contudo, em deixar os japoneses dar o primeiro tiro, chegámos à conclusão que para termos o total apoio do povo americano é desejável que asseguremos que sejam os japoneses a fazê-lo de forma que não restem quaisquer dúvidas no espírito de ninguém de quem foram os agressores”.

    A 29 de Novembro, o secretário de estado Americano Cordell Hull mostrou a um repórter do New York Times uma mensagem que dizia que Pearl Harbor ia ser atacada a 7 de Dezembro. À medida que o ataque se aproximava, o governo americano recebeu informação de numerosas fontes que o 7 de Dezembro seria o dia escolhido. A 1 de Dezembro, os serviços de espionagem da marinha em São Francisco souberam através de novos relatórios e outros sinais recolhidos por companhias marítimas que a esquadra japonesa que tinha desaparecido das águas japonesas estava então a oeste do Havai. Aqueles que acreditam que Roosevelt tinha conhecimento do ataque desde o princípio defendem que há muitos outros relatórios a afirmar que os japoneses iam atacar Pearl Harbor mas que ainda hoje não foram desclassificados.

    Depois do ataque, é claro que a informação que indicava que os japoneses iam atacar Pearl Harbor estava lá. Mas é muito grave afirmar que o presidente Roosevelt tinha conhecimento de quando e onde é que o ataque ia ter lugar e não tenha tomado nenhuma medida. É, de facto, acusá-lo de traição. Contudo, o ataque japonês serviu perfeitamente os seus propósitos.

    Desde a queda da França em Junho de 1940, Roosevelt acreditava que a América teria de entrar na guerra contra Hitler. Em Agosto de 1941, quando Roosevelt e Churchill tiveram um encontro num navio de guerra no Atlântico, Churchill reparou no “intensíssimo desejo de Roosevelt de entrar na guerra”. Mas o povo americano não queria envolver-se numa guerra europeia. Até Roosevelt admitiu que o povo americano nunca concordaria em entrar na guerra na Europa a não ser que fossem atacados dentro das suas próprias fronteiras”.

    Roosevelt tinha razão. Após o ataque a Pearl Harbor, o povo Americano estava desejoso, senão mesmo impaciente, de ir para a guerra. Logo que os Estados Unidos declararam guerra ao Japão, segundo as disposições do pacto tripartido assinado pela Alemanha, Itália e Japão em Setembro de 1940, Hitler declarou guerra aos Estados Unidos. Na conferência Atlântica Roosevelt já tinha concordado com Churchill que a prioridade era vencer Hitler, antes de acabar com o Japão.

    Portanto o ataque a Pearl Harbor permitiu a Roosevelt trazer a América para a guerra contra a Alemanha “por portas travessas”. É difícil imaginar como é que isto poderia ter sido conseguido de outra forma e existe quem defenda que o plano de Roosevelt de levar a América para a guerra contra a vontade do seu povo foi a “mãe de todas as conspirações”. Mantêm que Roosevelt movimentou a esquadra do Pacífico da costa ocidental para o Havai contra o parecer de todos os seus comandantes não para ameaçar os japoneses, mas para servir como isco.


    Sessenta anos depois:

    Em Setembro de 2000, poucos meses antes do acesso de George W. Bush à Casa Branca, o “Project for a New American Century” (PNAC) publicou o seu projecto para a dominação global sob o título: "Reconstruindo as defesas da América" ("Rebuilding American Defenses" pág 51).

    Um ano antes do 11 de Setembro, o PNAC fazia apelo a "algum evento catastrófico e catalisador, como um novo Pearl Harbor", o qual serviria para galvanizar a opinião pública americana em apoio a uma agenda de guerra".


    11 de Setembro planejado !

    Por Anarccochato 31/07/2003 às 12:32

    11 de SETEMBRO - Evidências sobre as torres de Nova iorque

    Abaixo apresentamos várias evidências sobre o fato de que a derrubada das torres de Nova Iorque NÃO foi feita por terroristas:

    1) No dia seguinte à derrubada, o governo dos EUA já tinha nome, endereço e fotos dos "terroristas". Por que não os pegaram antes então?

    2) Já havia câmeras de TV profissionais colocadas estratégica, dissimulada e sorrateiramente para transmitirem o evento a todo o mundo, desde o seu início, em vários ângulos.

    3) Os "atentados" aconteceram antes das 09:00, hora local, quando a maioria dos funcionários nem tinha chegado ainda, já que nos EUA a hora de trabalho começa por volta das 10:00 da manhã.

    4) Mais de 80% dos trabalhadores das torres eram de imigrantes e, sabe-se bem, que os EUA não têm simpatia por imigrantes e não os recebem bem.

    5) Existe uma informação não confirmada de que cerca de 3.000 trabalhadores judeus das torres não foram trabalhar naquele dia.

    6) Você viu alguma lista de passageiros dos dois aviões ser divulgada? Claro que não, pois ninguém viu.

    7) Sempre que há um acidente aéreo, familiares e amigos vão aos aeroportos buscar notícias sobre os passageiros. Você viu isso acontecer? Claro que não, ninguém viu, pois nada foi divulgado sobre isso, já que não havia o que divulgar. Aqueles aviões voaram por controle remoto. Sabemos que isso já é tecnologicamente possível hoje em dia.

    Cool O número dos vôos daqueles aviões era 093 e 011. Segundo foi divulgado o 093 devia ser relacionado ao ano de 1993, quando uma bomba explodiu na garagem de uma daquelas torres e, o número 011, deveria ser relacionado ao próprio dia 11 de setembro. Cá pra nós, acredito que seqüestrar um avião deve ser uma tarefa muito difícil; seqüestrar dois aviões deve ser mais difícil ainda; seqüestrar dois aviões no mesmo dia e horário deve ser bem mais complicado. Será que os terroristas ainda iriam ter exigência para escolher os números de vôos? Qual a vantagem disso pra eles? Seria a de aumentar a complicação? Nenhuma vantagem nem importância, claro! A ligação desses números aos "atentados" só tem serventia àqueles que pretendem montar e forjar provas contra alguém.

    9) Sempre quando um grupo de terrorismo verdadeiro faz algum atentado,imediatamente esse grupo reivindica o atentado para si, pois isto traz prestígio àquele grupo. Você viu algum grupo fazer isso? Claro que não, nenhum grupo reivindicou aqueles "atentados". Mais uma evidência de que não há sentido em relacionar os números 093 e 011 aos "atentados" e atribuir os "atentados" a um grupo de terrorismo não-oficial. E o fato de ter ficado em aberto quem realmente praticou aqueles atos, faz com que os EUA ataquem todo mundo indiscriminadamente, isto é, bombardeiem os países cujos governantes eles têm interesse em derrubar. Se um grupo tivesse assumido os "atentados" então os EUA seriam forçados a combater somente tal grupo, o que não é de interesse pra eles, pois era pra deixar tudo em aberto mesmo para "terem" o perverso "direito" de atacar quem quiserem.

    10) Seqüestrar e manter esses aviões seqüestrados apenas com canivetes ou faquinhas e sem nenhuma arma de fogo em punho parece ser tarefa cinematográfica e difícil de imaginar que nenhuma reação tivesse sido tomada com efeito.

    11) O dia escolhido para os "atentados" foi o 11 de setembro ou 11/9. Porém, os países de fala inglesa invertem a ordem e escrevem 9/11. Este número coincide com o número 911, adotado e conhecido nos EUA como o número de emergências.

    12) A área das torres, desde há muitos anos, já era deficitária economicamente.

    13) Agora vamos analisar tecnicamente a queda das torres. Todo mundo viu e percebeu que as torres caíram como implosões perfeitas. Todo mundo estranhou isso. Mas, deixando as primeiras impressões de lado, vamos verificar como as torres foram construídas e entender as explicações técnicas dadas para as suas quedas quase perfeitamente verticais, sendo que os escombros ficaram exatamente dentro da área do respectivo terreno. As duas torres foram construídas diferentemente dos prédios de alvenaria. Elas eram formadas por 4 vigas de aço, uma em cada quina do prédio. Em cada andar e em cada uma dessas vigas saíam suportes, sobre os quais, os andares formados por camadas de aço, eram suportados. A explicação técnica divulgada foi a de que a laje mais superior, de camada bem espessa e pesada que servia para manter a estabilidade das torres contra o vento, com a debilidade dos andares do impacto começou a descer, a derrubar e a empurrar um andar sobre o outro, fazendo então os prédios caírem verticalmente. Embora seja difícil acreditar que abalos daquela ordem produzam efeitos tão ordenados, vamos,mesmo assim, aceitar como verdadeiras e válidas tais explicações bem como as quedas tão verticais e localizadas, já que as torres tinham construção não-convencional. A questão mais importante vem agora. Trata-se do terceiro prédio, aquele menor e que ficava atrás das duas torres. Este terceiro prédio foi construído de alvenaria e de forma convencional. A explicação para a sua queda foi a de que os abalos produzidos nas duas torres geraram abalos sísmicos equivalentes a de um terremoto e estes então derrubaram aquele prédio. Vocês viram como aquele prédio caiu de forma perfeitamente vertical, como uma implosão mais do que perfeita? Vocês também percebem como a mídia pouco mostra e pouco se refere àquele terceiro prédio? É incrível, pois os terremotos sempre ocasionam quedas laterais dos prédios afetados,nunca tão verticais. E, por que, esse terremoto escolheu um único prédio daquela área?

    14) Há poucos dias, recebi uma foto que apresenta uma vista aérea da área das torres, porém, mostrando uma imagem invertida, ou seja, vendo-se em primeiro plano o "terceiro" prédio e depois as torres. Fica fácil de perceber e entender através desta foto que esse terceiro prédio simplesmente estava atrapalhando a área física do terreno das torres. E agora, recentemente, sabe-se que eles vão construir naquela área o maior edifício do mundo. Será que a área das torres não estava precisando ser limpada?

    15) Portanto, já se nota que a derrubada das torres e do terceiro prédio atendeu e resolveu várias finalidades:

    a) colocar a culpa em terroristas e, mesmo sem prova nenhuma e com simples menção às torres, tentar justificar os ataques e invasões dos EUA contra Estados soberanos, dominá-los e obter as suas riquezas diretamente;

    b) a toda invasão feita pelos EUA eles invocam os "atentados" às torres ou aos terroristas.Ronald Reagan impressionava seu povo dizendo que a Nicarágua (!) iria invadir os EUA, a mídia insistia nisso e o povo bacon-com-hamburguer-e-batata-frita acreditava;

    c) limpar o terreno e resolver o problema da área economicamente deficitária, onde agora entendemos que o mesmo precisava ser utilizado para a construção de prédios mais altos e mais modernos do mundo, para eles mostrarem e imporem a sua pujança, cuja "pujança" cultural, porém, sucumbiu aos níveis mais baixos e bárbaros da história humana;

    d) eliminaram alguns imigrantes e dificultaram ainda mais a entrada de outros;

    e) com os ataques bélicos e invasões, usaram a ONU para desarmar o Iraque e a desmoralizaram mais do que já estava, ou melhor, eles vão se servir dela quando precisarem novamente e fizeram a ONU e o resto dos países de trouxa;

    f) com as invasões e ameaças dividiram a União Européia, mais do que já era dividida;

    g) desejam eliminar todos os mandatários e países que não se alinham com as políticas anti-democráticas norte- americanas, inclusive fazendo embargos criminosos;

    h) colocaram todos os países em estado de alerta e trouxeram de volta a corrida armamentista, tendo o Bush e o Dick Cheney, por exemplo, interesses nas indústrias do petróleo, construção civil e de armamentos dos EUA.

    16) A conspiração para botar a culpa em outros não é nova naquelas bandas de lá. Na década de sessenta, a CIA propôs a John Kennedy um plano para matar 2.000 americanos com o fim de culpar Cuba, mas JFK não aceitou.

    17) Dick Cheney, vice-presidente dos EUA no governo de Bush-filho, foi diretor da CIA no governo de Bush-pai.

    18) Bill Clinton disse que Bush é um "animal político, capaz de fazer de tudo para se eleger".

    19) Mentira é o que não falta para os Estados Unidos:
    eles utilizam todo o poder da mídia a seu favor para invadir e destruir países de forma bárbara bem como despreza o resto do mundo com o falso pretexto de encontrar armas de destruição em massa, mas exatamente os EUA usaram bombas nucleares de urânio na Guerra do Golfo e também na invasão ao Iraque em 2003 (Jornal da Band, 15/04/03). A fumaça em forma de cogumelo, característica e exclusiva de bombas nucleares, pôde ser vista claramente durante os bombardeios dos Estados Unidos sobre Bagdá. Mas isto é minimizado e escondido por eles e pela mídia e tudo fica por isso mesmo.

    Demolições controlados vs demolição de 11 de setembro




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    Neozen

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    Re: A face oculta do Brasil e Japão

    Mensagem  Neozen em Sab Jul 18, 2009 12:28 pm

    Ao contrario da Alemanha que se retratou pelo horror e sofrimento que causou, pediu desculpas ( foi humilde como o MM gosta ) pagou indenizações e até hoje persegue e prende os criminosos de guerra.

    Os japoneses não exterminaram os judeus.

    O Japão ao contrario, se fez de vitima aproveitando que jogaram 2 bombas no pais, não se retratou com ninguem, não pediu desculpas a ninguem, não pagou indenizações a ninguem, não puniu seus criminosos de guerra, e ate hj varios politicos importante prestão homenagens a criminosos de guerra...

    Os comunistas chineses são santinhos? Eles falam a verdade? quantas testemunhas pagos ou coagidos pelo estado comunista?

    O Japão não deve pedir desculpas por um crime não cometido! No inicio eu acreditava que os japoneses realmente tivesse cometido atrocidades contra chineses, coreanos etc. Comecei a pesquisar a fundo sobre o tema e descobri que as atrocidades praticados pelo Japão eram falsas, todas acusações feitos contra o Japão eram incoerentes, sem fundamentos científicos e forenses. Cheguei a conclusão que as atrocidades supostamente praticados pelos japoneses contra chineses e coreanos eram falsificações grotescas, fabricados pelos chineses e aliados para incriminar o Japão.

    Os aliados incriminaram o Japão para finalmente justificar o holocausto nuclear de Hiroshima e Nagasaki.

    Um Site interessante e confiável para fazer um estudo aprofundado sobre o assunto..

    http://www.sdh-fact.com/CL02_1/result.php?word=ZW

    Esse site esclarece a verdade em relação a atrocidades..


    Última edição por Neo em Sab Jul 18, 2009 12:42 pm, editado 1 vez(es)
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    Mishima
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    Fatos são fatos !

    Mensagem  Mishima em Sab Jul 18, 2009 12:31 pm

    Suposições existem aos montes, e cada um faz a sua! Eu me baseio em fatos oficiais e comprovados! E não em suposições !

    Se querem usar suposições como fatos, devem trabalhar para prova-los!

    Caso contrario serão sempre suposições.
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    Mr Mister

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    Re: A face oculta do Brasil e Japão

    Mensagem  Mr Mister em Seg Ago 10, 2009 11:33 am

    Putz....os japas estão sendo torerantes de +...

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    Re: A face oculta do Brasil e Japão

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